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Pastor Dohms.
Palestra apresentada na Escola Pastor Dohms.
E como dizem os Guaranis.
Mba’eichapa - Ola tudo bem ?
Por convite da Escola Pastor Dohms, através da Professora Paula Ortiz, muito me honra disponibilizar alguns minutos para fazer parte da Semana Farroupilha desta Escola.
E falarmos um pouco mais dos nossos usos e costumes, principalmente no que se refere à FALA NATIVA, propriamente dita.
Mas antes eu quero chamar a atenção para uma frase existente no Hino do Rio Grande do Sul escrito por Francisco Pinto da Fontoura, que diz:
Povo Que Não Tem Virtude / Acaba por ser Escravo
Francisco foi muito feliz quando compôs o Hino dos Gaúchos, mas esta frase tem uma particularidade que se afina com o ser Gaúcho e suas virtudes.
O tema que abordo, é especificamente o Idioma Guarani nas Américas.
Por acaso algum de vocês fala o Guarani ?
Eu acho que tem gente aí que fala e muito o Guarani, e o que esta nos faltando é a virtude perceptiva da fala.
Nesta semana comemoramos os festejos mais importantes do nosso Estado, a Semana Farroupilha que conta e revive a história da saga Gaúcha.
A minha História, a história de cada um de vocês, de cada Gaúcho e mesmo que não tenham nascido no Rio Grande do Sul.
Pois ser Gaúcho é um estado de Espírito no exercício de amor a terra e aos costumes de seu povo, como, por exemplo, tomar um Mate ou Chimarrão ou ler um bom livro que conta a nossa história.
E por falar em história, faço uma pergunta!
Em que ano Cristóvão Colombo chegou à América? 1492.
E Pedro Álvares Cabral? Em 1500.
Estão todos aprovados, por média.
Pois bem, quando Colombo e Cabral, chegaram à América, eles precisavam se comunicar com as pessoas que viviam nesta terra, que erroneamente foram apelidados de Índios.
Isso porque Colombo sob o comando da coroa espanhola partiu da Europa rumo à Índia e por erro de calculo, chegou à America.
Desde então os nativos da América erroneamente são chamados de índios.
Mas depois que eu soube deste fato, minha preferência e chamar os Índios de Nativos, até por uma questão de Justiça com os nativos da América e com os próprios Índios da Índia.
Mas como eu ia dizendo Cristóvão Colombo e Pedro Alvarez Cabral careciam da comunicação com os nativos que aqui viviam.
Cabral representante da coroa Portuguesa, teve o mesmo problema que enfrentara Colombo oito anos antes, e trilhou o mesmo caminho lingüístico.
Este caminho era aprender o idioma dos índios que se apresentavam falando varias línguas e dialetos.
Com o passar dos tempos entre os muitos idiomas nativos que os espanhóis e portugueses pesquisaram e aprenderam, puderam perceber que um determinado idioma se fazia entender em grande parte do território, principalmente no território Sul Americano.
Passaram então a dedicar seus estudos com maior afinco ao Idioma que hoje conhecemos como Guarani.
Este idioma o Guarani, não conhecia a escrita, apenas a fala e mesmo assim, La em 1500 já era o Idioma mais falado na América do Sul.
E era justamente o que Espanhóis e Portugueses precisavam, de um idioma conhecido por todos em todos os lugares, facilitando a comunicação.
Como a Fala Guarani não conhecia a escrita, os descobridores tiveram que interpretá-la e criaram a escrita Guarani aos moldes de portugueses e espanhóis.
Era uma espécie de analfabetismo em massa, isso mesmo, os primeiros nativos Guaranis, não sabiam ler e nem escrever.
Mas na época, existiam povos Nativos muito adiantados, como os Maias, Astecas e Incas de presença acentuada na América.
Culturalmente avançados, estes dominavam a Escrita inclusive a Matemática e a Física e com tecnologia de ponta para a época, construíram Edificações, Pirâmides, Cidades e Grandes Plantações para o seu sustento alimentar.
E com uma técnica no processo de embalsamento de dar inveja a qualquer faraó egípcio.
Já os Guaranis não conheciam a escrita e nem fizeram grandes construções.
A não ser quando optando pela vida, alguns se deixaram escravizar pelos Jesuítas e construíram os templos das reduções desta ordem.
Fora disto apenas viviam pelo Continente, construindo simples aldeias de palhas, faziam plantações e algumas peças em cerâmica, porém com largo conhecimento medicinal da flora.
Contudo para se fazerem livres os Guaranis precisavam de uma Virtude, e tinham.
Talvez pelo fato de serem seminômades, naturalmente propagaram e Cultuaram a fala do idioma Guarani praticamente por toda a América do Sul e parte da América Central como nos comprovam os registros da História.
Assim lentamente a fala Guarani se espalhou e hoje se encontram vestígios desta fala desde o Oceano Pacífico no Chile, até o Oceano Atlântico no Brasil e desde o Mar do Caribe, a Tierra Del Fuego no Sul da Argentina.
A dimensão geográfica descrita compreende mais do que a metade do Continente Americano e ainda hoje onde não se fala o Idioma Guarani, certamente encontram-se fortes influências desta fala inclusive fazendo parelha ante ao português e espanhol.
Como por exemplo, no Brasil, aqui mesmo no Rio Grande do Sul encontramos digo, cultuamos o idioma Guarani no vocabulário de nosso dia-a-dia, em vários segmentos.
Como por exemplo, o mate ou o Chimarrão, um habito que recebemos dos nossos antepassados, uma herança cultural vinda dos Guaranis.
A expressão original é: Ca`ygua: Do Guarani - Ca: refere-se a erva do mate, e Ygua ao liquido, ou seja, a água que misturada a erva nos da o chá que apelidamos de Mate ou Chimarrão.
Hoje o gaúcho toma o chimarrão ou o mate, através da bomba de metal, mas originalmente a bomba era de taquara e chama-se Tacuapy.
É comum encontrar pessoas cevando um bom mate com este tipo de bomba, inclusive existe uma erva mate com o nome Tacuapy.
Outro costume é quando um Gaúcho se dirige a alguém, no intuito de chamar a atenção usa o termo TCHÊ!
_ Tchê fulano, vem aqui !
_ Tchê amigo, vamos comer um churrasco !
_ Vai um mate Tchê !
E assim por diante.
O termo TCHÊ, ou CHÊ, acompanha o nosso vocabulário á séculos, e não vem do Português e nem do Espanhol.
É talvez o termo mais usado pelos gaúchos, e já se tornou sinônimo de identificação da origem de quem fala, tanto que fora do estado quando revelamos nossa identidade, a primeira coisa que dizem é.
Então tu és Gaúcho, mas bah Tchê !
O termo Tchê, vem do mais puro Guarani, para simplesmente identificar a conjugação do verbo na primeira pessoa: EU ou MEU.
Tudo bem, mas de repente alguém se interroga.
Eu sou Gaúcho porque falo o Tchê, ou falo o Tchê porque sou Gaúcho ?
Apesar de a palavra Tchê, identificar o ser Gaúcho é bom sabermos que o termo é conhecido em toda a América do Sul.
Apesar de o Tchê ter nascido antes do Gaúcho, contudo creio que o mais importante é sabermos o que e a quem estamos falando.
No Mato Grosso, por exemplo, eles usam bastante o termo Tchê.
Primeiro porque La tem muito Gaúcho e também por influência do vizinho País Paraguai, onde o Guarani é língua oficial.
Tanto no Paraguai como no Mato Grosso, é comum o uso da expressão Tchamigo, é a mistura do termo Tchê (do Guarani), com a palavra Amigo do Português e do Espanhol (Esta mescla de idiomas, no Paraguai, é compreendida como Jopara).
Percebemos que a moderna expressão Tchamigo esta dividida em dois termos.
Tchê: primeira pessoa do singular, para este caso: meu.
Mesclado, misturado com a palavra amigo criou-se a expressão Tchamigo.
É uma espécie de gíria, em vez de eles falarem: Meu amigo, eles dizem: Tchamigo. É o Guarani se fazendo presente na globalização do século XXI.
E não para por aí, busco agora a primeira Capital Farroupilha.
Piratini, também é o nome da casa sede do governo do estado dos Gaúchos, que antes era chamada de Palácio de Barro.
Abro um parêntese.
O Palácio de Barro foi construído no final do século XIII, e durou 107 anos. A idéia de uma nova construção surgiu no governo de Júlio de Castilhos em 1894 quando teve início a demolição do “Palácio de Barro.
A nova casa começou a ser construída em 20 de Setembro de 1909.
Já em 1955, por decreto do governador Ildo Meneghetti, o Palácio recebeu o nome de Piratini, em homenagem à cidade que foi a primeira capital farroupilha.
Fecho a parêntese.
E da onde vem a palavra Piratini? Do Guarani é claro.
Pira: Peixe e Tini: excessivamente, que borbulha, que ferve, que esta tinindo.
Ou seja: Peixe que borbulha ou ferve, pela quantidade de peixes existente
na época no determinado rio.
Outra interpretação também aceita é quando devido à seca o volume da água do rio baixa e os peixes ficam tinindo e se debatendo no calor do sol, até morrerem obviamente.
A presença da fala Nativa em nosso vocabulário é algo que surpreende duplamente. Não só pela quantidade de palavras que usamos, mas também pela falta de divulgação deste fenômeno.
Dando seqüência as exemplificações, chego a segunda capital Farroupilha, a querida Caçapava, onde morei alguns anos.
Caçapava, também vem do Guarani e refere-se à clareira na mata.
Eu costumo dizer que os Idiomas nativos, principalmente o Guarani é rico e fértil, e estão inseridos em cada palmo da história deste chão.
Para descobrir isto, basta ler qualquer livro de História ou Geografia da América do Sul, encontrarás inúmeras, digo até infindáveis palavras Guaranis que surgiram a mais de três mil anos.
E aqui no Rio Grande do Sul como em toda a América, estas palavras
nominando rios como:
O Ibicuí ou Ibirapuitâ, peixes como a Piranha e o Piraju, árvores como o Jacarandá ou Angico, flores como as dos belos Ipês, frutas como o Abacaxi, Abacate ou o mamão Papaia, cidades como Guaíba, Itapuã, Ita`ara, Camaquã, estados como o Paraná, Piauí, países como o Uruguai e Paraguai, ruas como: Icaraí ou Ibiruba, e até mesmo nomes de pessoas como Moacyr, Aracy, Jurema, e muito mais.
Pesquisas:
Pesquisa realizada em Maio de 2006 pelos alunos do Grupo de Estudos Culturais Guarani dentro de um supermercado de Porto Alegre, em quinze minutos revelou o uso do idioma Guarani em mais de quarenta itens nominando empresas ou produtos.
Podemos dizer que as palavras Guaranis, a muito nos acompanham e encontramos estas se não em todos, em quase todos os segmentos.
Desde os produtos de limpezas (Ype – casca dura), a base para os produtos de beleza como os cremes feitos de cupuaçu (do tupi Guarany: fruto grande).
Outra pesquisa elaborada pelo mesmo grupo indica que cada cidadão brasileiro naturalmente fala no mínimo 40 palavras de origem Guarani,
por dia. Os mais aguçados facilmente passam das duzentas palavras e se recorreremos à literatura histórica e geográfica, multiplica-se por três ou mais.
É possível citar alguns segmentos com palavras Guarani do nosso vocabulário que nominam empresas ou produtos e são conhecidas internacionalmente.
Vale salientar uma observação especial para os significados das palavras, principalmente as que nominam empresas modernas, onde muitas fazem questão de usar termos que representem sinônimos de poder ou riqueza.
Já falamos em Abacaxi (fruta de forte cheiro) Abacate (fruto que faz o verdadeiro homem) e Mamão Papaia (fruta de muitas sementes), mas nos supermercados vamos encontra também alimentos como o:
_ Feijão: Biju e Carioca – gente das casas.
_ Arroz: da empresa Pyrahi (onde brota o peixe).
_ Café: Yguaçu. Multinacional brasileira de grande aceitação no América
e na Europa.
Ygua: refere se a água ou líquido e Çu: é o numeral que
indica mil ou milhão, tornando-se sinônimo de Grandeza,
riqueza ou poder.
_ Açúcar: Guarani (Nativo que fala o idioma)
_ Agua Mineral: Sarandi: aglomeração de arbusto ribeirinho.
Itai: água da pedra ou pedra d’água.
_ Sucos: Maguary: de procedência líquida.
_ Refrigerante: Guaraná: bebida fresca do centro da América.
_ Cachaça: Pitu: golpe, talvez pelo efeito da bebida.
_ Vinhos: Tarapaca: região do Chile.
_ Produtos de limpeza: Ipê: casca dura.
Piaçava: que passa pelos pés.
_ Frutas: Pitanga: fruta vermelha.
Maracujá: enredadeira, calmante.
Entre outros.
E fora dos Supermercados, o que encontramos inicialmente as Cidades, dos 496 municípios do Rio Grande do Sul, 91 tem seus nomes com origem na fala Guarani.
Ex: Itaqui, Bagé, Cacequi, Itapuã, Ita ara, Tupancireta, Quarai,
Ararica, Butiá e Canguçu.
Dos 88 rios do estado, 42 tem nome Guarani.
_ Buriti, Caí, Chuí, Guaçu, Ibicui, Ibirapuita, Jaguarão, Jacui, Jaguari,
Taquari, Uruguai.
Estes são alguns elementos da fala nativa encontrados no nosso Estado, se estendermos nosso raciocínio para os outros estados da federação iremos comprovar a igual importância da fala Guarani como um todo.
Por exemplo, uma das maiores casas bancária da América do Sul chama-se Itaú, e não por acaso.
Pois a palavra Itaú vem do Guarani e esta dividida em dois termos.
Ita refere-se a pedra.
U: uma aférese (redução, supressão) da palavra Sayu, para dizer amarelo ou dourado, assim como é a pedra de ouro.
Outro exemplo é uma das maiores refinadoras de combustíveis do Continente que se chama Ipiranga, fundada na década de trinta em Uruguaiana, apostou na expressão real do significado da palavra Ipiranga vinda do Guarani.
Ipiranga de Isyryranga: arroi de águas avermelhadas.
Casualmente o produto (gasolina) da refinadora Ipiranga também é um liquido avermelhado como as águas do raso riacho Ipiranga, onde Dom Pedro Primeiro as margens deste bradou: Independência ou Morte!
Os termos que usamos, apesar de fazerem parte de um idioma com mais de três mil anos, com cinco mil anos talvez, mesmo assim não perderam a modernidade e estão em ascensão eterna garantindo a imagem rica nativa deste chão, nominando até o que mais tem de moderno na sociedade humana como, por exemplo, os Shoppings.
Temos aqui em Porto Alegre o Shopping Iguatemi, palavra também do Guarani, referindo-se a nascente de água ou lugar onde tem água.
Dos 393 shoppings existentes no Brasil, 120 tem nomes guarani:
Entre estes estão: Aricanduva – Morumbi – Ibirapuera – Iguatemi – Bangu – Manauara – Tatuapé – Catuaí – Manaiara – Itaú (contagem MG) e outros.
Realmente é uma língua viva e versátil, vamos mudar de segmento para ver o que acontece, agora vamos para os Estádios de Futebol.
Dos 642 Estádios de Futebol existentes no Brasil, 243 tem nomes guaranis ou estão situados em municípios de mesma origem.
Exemplos: Canindé - Coaracy (Arapiraca em Alagoas) – Morumbi SP –Alto Araguaia MT. – Arena Guanabara em Araruama RJ – Ibirapuera – Pacembu (lugar das pacas ou caminho das pacas).
E que tal nós irmos para o maior estádio de futebol do Mundo?
Maracanã, do guarani, refere-se a uma espécie de papagaio que faz muito barulho, existentes na região onde foi construído o estádio, daí o nome sugerido pelos obreiros. Originou-se também daí o nome do instrumento de percussão.
Obs: O Estádio maracanã tem capacidade para 92 mil expectadores e foi inaugurado em 16 de Junho de 1950.
Assim é a fala Guarani de cada dia, e quanto mais pesquisarmos mais palavras Guarani vamos encontrar no nosso vocabulário.
Dos segmentos que citei, cada exemplo tem sua particularidade no que se refere o produto, empresa ou região e por questão de virtude natural estão atualizados e vão continuar assim.
Porém a menina dos olhos do governo Lula e do Brasil, é a quantia de petróleo encontrados na camada pré-sal.
Se forem realmente confirmadas as estimativas da quantidade de petróleo da camada pré-sal brasileira, o Brasil poderá se transformar em um dos maiores produtores e exportadores de petróleo e derivados do Mundo.
Mas o que a camada pré-sal tem haver com o Guarani?
O campo de maior quantidade de petróleo da camada pré-sal tem por título (tupi), considero e é uma palavra Guarani referente às tribos que falam este dialeto que se assemelha ao Guarani.
Caro internauta, no início da nossa conversa, eu citei um trecho do Hino do Rio Grande do Sul, quando diz que:
Povo que não tem Virtude / Acaba por ser Escravo.
E nós os Gaúchos, temos muitas virtudes e uma delas é cultuar os nossos usos e costumes recebidos de nossos Pais, Avós e Tataravós.
Retrocedendo geologicamente no tempo até chegarmos aos primórdios momentos em que os nativos desta terra colhiam a Erva Mate, sapecavam-na no Caríjo e moíam a erva em pilões de pedra ou madeira, para daí extrair a essência para o caaygua, o mate, o chimarrão.
Todo este processo passou por milhares de anos e chegou ao século vinte e um trazendo consigo e entregando-nos a Virtude do Idioma, da Fala. Que se mantém viva conquistando seu espaço de igual ante a moderna globalização.
E no sorver do bom mate de um Gaúcho ou uma Gaúcha, vejo no verde da erva a ebulição viva de heróis como Honório Lemes, profundo conhecedor das lutas sociais quando este, o Leão do Caverá ou o Tropeiro da Liberdade sugeriu que precisamos de Leis que governem os homens e não Homens que governem leis. (Este tema me parece eterno).
Vejo Giuseppe Garibaldi cabrestear o Seival rumo a Santa Catarina numa anciã desenfreada de fazer jus a bandeira farrapa e junto com David Canabarro proclamar a República Catarinense.
Mas para sustentar o coração desenfreado por lutas, só mesmo o amor de Anita.
Vejo o Barão do Cerro Largo o General José de Abreu sangrar vitórias na maior Batalha Campal em solo brasileiro, quando foi traído e morto em 20 de Fevereiro de 1827 na Histórica Batalha do Passo do Rosário também conhecida como a Batalha de Ituzaingo. (itu: salto – saingo: intercalado).
Vivo o Urutau herói sem fronteiras Sepé Tiaraju, quando foi preciso enfrentar Portugueses e Espanhóis para firmar e confirmar que:
ESTA TERRA TEM DONO !
Estes Heróis que citei, são pessoas de várias etnias e de formação política e Social requeridas em seus tempos.
O que eles têm em comum mais uma vez chama-se VIRTUDE.
Mas acima disto esta o ser Gaúcho que os faz bravos em todos os tempos.
E como nos dizem as Virtudes dos Guaranis.
Che aguijevete - meu muito Obrigado.
Grupo de Estudos Culturais Guarani
Renato Fagundes de Abreu
Coordenador
renatofabreu@hotmail.com
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